Cinco verificações antes de confiar numa resposta de IA
A ordem interessa: o que falha mais vezes está no topo.
- Números. Recalcula cada valor que vai influenciar uma decisão. A IA arredonda, soma mal e inventa percentagens com a mesma fluência com que acerta.
- Fontes. Para cada afirmação importante, pergunta de onde vem. Se a resposta não aponta para um documento, um dado ou uma regra, trata-a como opinião.
- Regras. Confirma que a resposta respeita as regras do contexto: a política interna, o contrato, a lei aplicável. A IA não as conhece a não ser que lhas tenhas dado.
- Coerência. Lê o início e o fim. Uma resposta longa contradiz-se com frequência, sobretudo quando o pedido foi ambíguo.
- Factos e inferências. Pede à IA para separar o que está nas fontes do que deduziu. A segunda parte é onde a decisão humana tem de entrar.